quarta-feira, 2 de maio de 2012

Mal-estar





MAL-ESTAR

Acordou atordoado. Olhou, sonolento, o dia pela janela: a luz já se fazia presente. Ainda na cama, fitou o rádio relógio, que tocava aquela música e marcava sete da manhã. A luz do sol era ainda tênue. Analisou seu relógio de pulso analógico e viu que era noite ainda. Arrebatou, desesperado, o celular do criado-mudo. A tarde chagara...


O.A.: 19 de fev de 2011  

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