MAL-ESTAR
Acordou atordoado.
Olhou, sonolento, o dia pela janela: a luz já se fazia presente. Ainda na cama,
fitou o rádio relógio, que tocava aquela música e marcava sete da manhã. A luz
do sol era ainda tênue. Analisou seu relógio de pulso analógico e viu que era
noite ainda. Arrebatou, desesperado, o celular do criado-mudo. A tarde
chagara...
O.A.: 19 de fev de 2011 ♪

feitiço do tempo,
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