LAMPEJOS DA RAZÃO*
ao professor Roberval Pereyr
A cena foi vista de
binóculo:
viu em seu chapéu um
rouxinol pousar;
e julgou, o leitor, que o
eu-lírico,
diante do espelho,
pôs-se atento a observar.
Ainda assim, foi para
dentro,
para dentro de si mesmo,
tão profundo aquele olhar...
* Inspirado no poema “Cena
vista de binóculo”, do poeta e pintor baiano Antonio Brasileiro (1944-), e numa
aula de Teoria da Literatura.
♪ O.A. 21 de nov de 2011; 02:06h
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