à lembrança de um amor
paira o mesmo desalento:
em minha'alma atormentada
só tristeza, chuva e vento.
E do desejo profano
se agitam braço e pernas,
faço bem o meu engano,
faço, a mim, juras eternas
e, nas minhas veias, corre
o veneno consciente
da esperança que não morre,
mesmo com seu "não" tirano;
e esse meu olhar doente
fito em dor, em flor, insano...

fito em dor, em flor, insano -
ResponderExcluirdemais da conta
abraço renovado de 2011
Insano!
ResponderExcluirParabéns!
Beijos ^.~
Sempre 'o mesmo desalento'...
ResponderExcluirEncantador! Não sou muito bom com versos
(lido melhor com prosa) e talvez por isso eu seja um insasiável admirador dos que possuem tal habilidade.
Nunca lí Patrick Süskind, mas vou
providenciar nosso encontro.
Espero também simpatizar com ele...
=}
Abç.
Seguindo