A PERFEIÇÃO
a Tamires Carvalho
Numa cena clássica,
dorme tranquila a donzela
e em profundo sono,
em meio à relva
e a flores de frutífero arvoredo.
Avista a jovem, ao longe, um cavaleiro,
que dela se aproxima vagaroso.
Doce vento a balançar cabelos d'oiro…
Parou a observá-la um segundo,
Mas, ali, ficou por longo tempo;
Adorou-a ternamente em seu sonhar profundo,
a tecer delírios…
Não havia nada mais belo no mundo
que a beleza daquele fascínio.
Um passo e o coração acelerado.
Um passo e o olhar enfeitiçado.
Um passo do herói enamorado.
Um passou e um ruído; o cheiro
fez ruína o sonhar do cavaleiro
numa cena clássica,
onde permanece dormindo a donzela
em profundo sono e em meio
à relva e a flores de frutífero arvoredo.
e em profundo sono,
em meio à relva
e a flores de frutífero arvoredo.
Avista a jovem, ao longe, um cavaleiro,
que dela se aproxima vagaroso.
Doce vento a balançar cabelos d'oiro…
Parou a observá-la um segundo,
Mas, ali, ficou por longo tempo;
Adorou-a ternamente em seu sonhar profundo,
a tecer delírios…
Não havia nada mais belo no mundo
que a beleza daquele fascínio.
Um passo e o coração acelerado.
Um passo e o olhar enfeitiçado.
Um passo do herói enamorado.
Um passou e um ruído; o cheiro
fez ruína o sonhar do cavaleiro
numa cena clássica,
onde permanece dormindo a donzela
em profundo sono e em meio
à relva e a flores de frutífero arvoredo.
❀O.A. 10 de dezembro de
2012; 01:47h; 11:07h
❀

Poema muito equivocado para o meu gosto!
ResponderExcluirÉ que quase nunca esperamos a rasteira!
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